
Já diz o ditado que "é melhor prevenir que remediar"
Endividados e medicina preventiva. Qual a relação entre esse dois temas? Simples. O custo com assistência médica, remédios e exames pode levar qualquer um a endividamento. Para quem já está no vermelho ter que gastar com esse assunto é ainda mais difícil. O valor mínimo de uma consulta segundo a AMB (Associação Médica Brasileira), em setembro de 2009 é de R$ 43,20. Sem a cobertura de um plano de assistência médica a realização de exames complexos ou internação pode levar uma família à falência ou depender da utilização dos serviços públicos.
Para quem não possui um plano médico a dica é contratar um com urgência. Mesmo com dívidas, é importante refazer o orçamento e encaixar essa prestação nos gastos.
Medicina preventiva vai além da assistência médica. Ela inclui uma série de cuidados gerais com a saúde, tais como realizar um check-up anual, praticar atividades físicas regularmente, manter boa alimentação e não fumar. Se estas ações forem bem executadas, podem refletir em um aumento significativo da qualidade de vida. A princípio pequenos gastos com saúde enquanto não se está doente podem parecer desperdício, mas com o tempo será uma economia inteligente, útil e passará a ser até um investimento e não um custo.
A vantagem da contratação de um plano de saúde é que você sempre sabe o valor que pagará no fim do mês, pois os atuais planos regidos pela nova regulamentação cobrem todas as doenças e acidentes, além de todos os benefícios de uma cobertura particular de qualidade. A desvantagem de não possuir um plano de saúde é que, em caso de emergência, não se tem a menor ideia do custo final de um tratamento particular. Em muitos casos, famílias precisaram se desfazer de casas e automóveis para propiciar atendimento adequado. A ANS (Agência Nacional de Saúde) disponibiliza em seu site uma relação por ordem de qualidade de atendimento dos planos de saúde.
Em resumo, coma menos pizzas, pare de fumar, faça hora extra, mas não deixe de ter um plano de saúde.






